Desde tempos imemoriais se identificou Virgem com a castidade e constituiu a base de inumerßveis mitos. Os egφpcios, por exemplo, tinham a ═sis, uma das divindades que consideravam num lugar superior, como prot≤tipo das pr≤prias qualidades de Virgem.
Quando o Sol, no seu movimento aparente, atravessa o signo de Virgem, Θ o tempo da colheita; por isso, em determinadas mitologias e religi⌡es, se diz que Virgem estß ligado ao nascimento de algum deus ou semideus. Freqⁿentemente Θ associada com o significado emblemßtico do sφmbolo representado por dois triΓngulos enredados, para desta forma confeccionar uma estrela de seis pontas que representaria o selo de Salomπo; um dos triΓngulos se formaria com fogo, o outro com ßgua. Semelhante rivalidade tambΘm estß considerada como a imagem da alma.
Por outra parte, e dado que Merc·rio rege VΩnus, se diz que aquele planeta estß situado no ponto espacial equivalente ao centro; o que faz com que o signo Virgem seja, em ocasi⌡es, interpretado e representado, especialmente por alguns escritos hermΘticos, como alusivo a determinadas funτ⌡es assimiladoras e distribuidoras, latentes no corpo humano. Neste caso, representaria o denominado plexo solar do grande Homem e Θ assumido por vßrias cosmogonias antigas. Outras alegorias e emblemas relativos ao signo de Virgem se referem α pedra Sard⌠nica que, ao parecer, possui mais virtudes do que a famosa pedra Abadir, conforme parece devorada por Saturno. Se pensa que esta pedra Θ uma das muitas pedras caφdas do cΘu, mediante as quais a tradiτπo hermΘtica explicava a origem da vida; por sua vez, o movimento animista interpretava que a pedra era um sφmbolo da essΩncia e da existΩncia. Na Irlanda se associava a pedra Lia-Fail α coroaτπo dos reis.
Nalgumas culturas se representa a Virgem pela efφgie de uma mulher jovem que porta na sua mπo duas espigas de trigo.